Brasil, na melhor Idade com muito mais saúde

Posted on 27/11/2008 por

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por Jéssica Brandão

O Brasil está envelhecendo. A Síntese de Indicadores Sociais 2008, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o país apresenta um aumento na expectativa de vida devido aos investimentos na área de saúde, a redução na taxa de fertilidade e aos avanços tecnológicos.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, existem hoje no Brasil cerca de 20 milhões de idosos, o que representa 10,5% da população. Os indicadores da pesquisa mostram também, que as mulheres estão vivendo mais tempo, cerca de 7,5 anos a mais que os homens e que para cada 79 homens existem 100 mulheres idosas.

Apesar dos problemas que atingem a rede de saúde do país, os recursos que são destinados a rede pública de saúde contribuem com o aumento da expectativa de vida. A estruturação das redes sanitárias, os recursos utilizados nas redes médicas, os investimentos destinados a produção de alimentos, são alguns dos fatores que ajudam a elevar as taxas da população idosa do país.

Com o avanço tecnológico é inevitável não ser atingido pela globalização. As informações ajudam na prevenção, no tratamento e na cura, proporcionando em alguns casos, resultados significativos sobre a saúde da terceira idade.

O desenvolvimento tem proporcionado formas diversificadas de conscientização. Os meios de comunicação, preocupados com a promoção de debates da atualidade, são hoje os principais colaboradores quando se refere à reeducação dos idosos. Hoje, os formadores de opinião ajudam a criar alternativas que auxiliam os idosos e a sociedade na conscientização dos cuidados referente à saúde.

A prática de exercícios físicos está condicionada a uma série de fatores, como o índice de escolaridade e renda domiciliar. No Bahia os dados são animadores.Segundo dados do IBGE de 2000, a média de estudo nas capitais são superiores ao interior, chegando a um total de 2,0% de idosos que teve acesso a escola.

Por outro lado, o Nordeste apresenta o pior índice de rendimento mensal, chegando a receber nos centros urbanos, uma média de R$ 474,00.  No ranking nacional, a Bahia apresenta um dos piores resultados, chegando ao 24º lugar com R$ 393,00 mensais.

Fortalecer o processo de conscientização da prática de exercícios físicos, melhora a qualidade e a expectativa de vida. Esse é o compromisso que os brasileiros precisam ter. É fundamental entendermos que no futuro os idosos seremos nós, pois só assim aprenderemos a cuidar daqueles que fizeram a história.

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